[poesia]Nada
Nada
Solidão me traumas
As únicas coisas que hoje restaram de mim.
Sofrendo nas asas do desconhecido
Sangrando da face da morte.
Atribulado pela mortificação da alma
E caindo já sem salvação
Sem entender
Eu não entendo como eu pude
Como vim parar aqui,
Como guiado pela ilusão de um mundo perfeito
As coisas se revelam iguais a furacões
E apertam o coração daqueles que lutam.
Agora o que me resta é o infinito das mentiras
Esconder a face de marcaras
Ninguém pode me ver
Ninguém consegue me ver
Não conseguem escutar os murmúrios
Não conseguem entender as confissões soltadas ao vento
Ainda que a chuva caia
Ela nada encontrara debaixo das cinzas
Daquilo que ainda queima
No interior do coração deteriorado
Sem sentir a vida
Sem sentir o pulsar nas veias
Que já não se mostram
Carregando a nada
O nada que eu me tornei
O nada que conseguiram fazer de mim
Não grite apara mim
Ah coisas que você nunca conseguira fazer para mim
Eu sei, de alguma forma eu sei
Sei que ainda não chegou o fim
O fim do trajeto até o mais profundo
Mas eu quero que chegue
Não agüento mais isso
As coisas se tornaram algo que não se suporta mais
E a única coisa que vejo a frente
É as massas escuras de solidão
Que meu destino
O Maximo que conseguirei
Pois há coisas
Há momentos que não se espera nada
De ninguém
Nada... da vida!
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Alguem que pensa conforme suas leis, e observa a sua volta tentando identificar o seu eu.
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